segunda-feira, 24 de agosto de 2009


Nau demiúrgica

E a nau demiúrgica
aportou silenciosa:

mão escrevendo a mata,
olhar taciturno a voar,
voz cantando ao longe,
canto do sabiá,
raiz do cajueiro,
farol a iluminar.

Natal cobriu o Brasil
com as águas virgens
do mar.

Maria Maria

4 comentários:

Moacy Cirne disse...

Belo poema,
maria MARIA maria.
Aliás,
você
está no Balaio de
hoje.

Um beij
o.

daufen bach. disse...

e eis todo o Brasil!
real, palpável e mostrando toda a magia de sua terra e sua gente.

lindo poema Maria.

abraço a ti e linda semana!

Oreny Júnior disse...

bela nau catarineta...

abraços

Teia de Textos disse...

O Morro do Careca! Eu amei sua terra, Maria! Voltaria mil vezes para Natal se me fosse possível! :)