
Sete versos de asas
No passo, entre o espaço
da chuvarada,
segui os passos de Fred Astaire
e vi o que se quer
(mesmo sem querer).
E, numa noite enchuvarada,
tirei o visgo da madrugada.
O lenço meigo
de minha fala
no rouco tom do coração
no chão de ramas
(de alvoradas)
perdi o sono, foi-se o caminho
num leve vôo, na imensidão.
3 comentários:
Mais dois bons poemas, minha cara, principalmente 'Leitos de sonhos' (numa primeira leitura). Ah, sim: gosto um bocado de Martins. Abraços.
Olááá!!! Cheguei aqui e gostei muito dos seus textos. Saludos. Maria José Limeira.
Obrigada, Maria José Limeira, volte sempre! Um abraço daqui dos Currais do Seridó.
Maria Maria
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