Para a mãe que há em mim
E o tempo avermelhou
naquele turbilhão de calor:

barro se amoldando,
forma se formando,
círculo se arredondando.
A explosão!
Não era o mundo
das grandes descobertas.
Era a descoberta do mundo:
Mães!
Maria Maria
Foto: leiaorotulo.zip.net/images/momAG.JPG
4 comentários:
Um poema sensível, com um belo final. Beijos.
Mulher, como é que você consegue traduzir em palavras as várias "moradas" que habitam na mulher. Lindo demais.
Beijos
...bonito! Descobrir-se mãe é uma aventura e tanto...Beijos de carinho e um dia feliz!
Obrigada, Zelia, poderia me mandar seu e-mail ou blog? Um abraço, Maria Maria
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