
(Des)oriente
Nada me retoma
do tempo das fogueiras:
tiro a roupa, o fogo me espera.
Cada certeza e cada afago
é uma espiã
desvairada.
Tenho a dúvida
como inconsciência
do que sou.
Cada espera
é uma esfera
de luzes e sombras.
Não entendo mais de bússolas
estou em estado
de (des)oriente.
Maria Maria
7 comentários:
Maria
seu norte
está no sua poesia
não em gps
nem tanquanto
em coordenadas
Beijos
Oreny Júnior
Que coisa linda Maria Maria...
adorei esse:
(...) estou em estado
de (des)oriente.
Poema instigante, sensual, lindamente escrito.
Parabéns a ti.
Abraço Terno.
daufen bach.
Maria Maria, estou encantadíssimo com sua poesia! Que ótima surpresa!
Agradeço sua visita ao meu blog e o comentário sobre o meu amigo José Alcides Pinto. E agradecemos a ele esse nosso encontro.
Convido-lhe a visitar a minha página de poesia, www.nirtonvenancio.blogspot.com, onde deixarei o link deste espartilho, tudo bem?
Um abraço, e não nos percamos!
Maria, uma coisa de (des)orientar esse seu poema nada lúcido, lindamente lírico.
Beijos...
Gostei muito deste poema.
Adoro poemas assim neste estilo.
Você é uma pessoa muito talentosa e por isso espero que continue fazendom o que sabe. Não queremos perder alguem tão importante do nosso seridó.
Obrigado pelo comentario no meu poema.
Bjos [Mãe de Arthur]
By: Francis Davis[The vampire]
Que beleza de poema, ao mesmo tempo em que tens a consciência do tempo que foi, reflexiona sobre o próprio sentido do que és, do que está sendo, do que será (ou não)!
Bonito, muito bonito!
De clique em clique, cheguei aqui.
;)
Maria Maria, estou te linkando na minha listinha. Mas tenho uma suspeita de que a indicação do meu blog, na rádio, tem uma participação tua... De toda forma, muito obrigada, senti-me tão honrada!!
Um beijo grande!
;)
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