terça-feira, 15 de setembro de 2009


Ausência

A ausência daquele verso noturno
fez-me órfã
do poema.

Mas, logo ao sol
-descido na Serra do Chapéu-
correu ao meu encontro:

filho pródigo.

Maria Maria

7 comentários:

daufen bach. disse...

Olá Maria,

teus versos... sempre pródigos!
que a serra do chapéu te permita
o crepúsculo dos versos noturnos.

abraço a ti e tenha uma linda semana!

Moacy Cirne disse...

Oi,
Mais um bom poema.
E, convenhamos,
não há verso noturno
que resista a um sol
descido da serra
que nos protege.

Um beijo.

Mirse Maria disse...

Maria Maria!

Saudades dos seus lindos poemas!

Pena que não conheça a serra do chapéu, mas qualquer que fosse a serra, o filho pródigo voltaria ao seu encontro!

Parabéns, poeta!

Beijos

Mirse

luma carvalho disse...

olá, maria maria...
já sabe? em breve inaugararemos a sede do casarão e ponto de leitura... esteja lá, viu?

beijos na alma
com sabor de "voltei as postagens, passa lá no meu blog"

luciana
luma
lua

Moacy Cirne disse...

Oi,
você está no Balaio, viu?!

Um beijo.

Marcelo Novaes disse...

Maria Maria,



A geografia e a natureza são aliadas do (a) poeta.



:)









Beijos,









Marcelo.

Marcelo Novaes disse...

Maria Maria,



Fiz uma prosa poética pensando no sol como filho pródigo...





beijos,






Marcelo.