
Flores e espinhos
Um cacho de amores
se despetala.
Não tenho muitas
flores para oferecer.
Talvez espinhos
e brotos
-que nunca se abrem-
possam fazer rosa,
a violeta.
Mas tenho a pressa:
de oferecer o desejo,
a pele, o cheiro e
deixar violeta-rosa
aquele velho espartilho
de cintas-ligas negras
marcadas no diário das
nossas doces ilusões.
Maria Maria
Crédito da foto: web
4 comentários:
Talvez não tenhas flores para oferecer, mas tens poesia de sobra para nos embevecer e emocionar!
Beijo, Maria!
Poema vibrante e sensual.
Obrigado pelas palavras, Maria! Mas, a minha conta do google direciona para o meu antigo blog - não consigo alterar de forma alguma.
Faz um favor e visita o: http://inscritosempedra.com/
É nesse último que estão os escritos mais recentes, e nele onde gostaria de publicar teu poema. Foi um melhoramento de layout, basicamente.
Dá uma olhada lá.
Um forte abraço!
Lindo! - sem mais, é desnescessário...
bjus da kirah^^
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